Memórias de uma época - IV

20100218

Nossos oito movimentos pelo cosmos

Os habitantes da Terra estão sincronizados em, pelo menos, oito movimentos celestes, mesmo estando parados em algum lugar


A teoria da relatividade restrita de Einstein e a experiência de Michelson mostraram que não existe um referencial "parado", seja no cosmos ou nos universos. Pode ser que alguns referenciais não acelerados como o Sol, a Via Láctea e o nosso Universo cognoscível (mas ainda desconhecido) pareçam sem movimento, todavia, tudo se move, articuladamente.

Sem entrar em muitos detalhes (que poderiam ser melhor explicados pelos astrônomos) podemos perceber oito movimentos periódicos nos quais estamos engajados, desde que nascemos, mesmo estando parados, em algum lugar da Terra. São eles: movimento rotacional do planeta; oscilação periódica do eixo da Terra; precessão dos equinócios; movimento orbital; movimento translacional do Sol; movimento peculiar do Sol; movimento de aproximação galáctica; e deslocamento galáctico, entre outros.

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20100217

Ondas gigantes no Pacífico

Ondas poderão atingir até 14 metros de altura no Oceano Pacífico, podendo chegar a 40 metros em alto mar.

A altura das ondas e a potência das tempestades estão crescendo no oceano Pacífico e o mesmo pode estar ocorrendo no Atlântico. Um estudo de Peter Ruggiero (2010), da Universidade de Oregon (EUA), mostra que a altura delas aumentou em 40%, nos últimos 30 anos, podendo chegar a incríveis 40 metros em alto mar, durante tempestades mais intensas. O fenômeno, que parece estar associado às mudanças climáticas, é capaz de aumentar os casos de inundações e erosões em áreas costeiras.
Embora não possamos afirmar que esse aumento das ondas vá continuar no futuro, nesse momento, ele é real e deve ser levado em conta em qualquer planejamento de proteção costeira (...) Numa escala mais imediata, esse aumento do tamanho das ondas no Pacífico Norte representa uma grande ameaça, hoje, agora, às populações das regiões costeiras banhadas por ele (Ruggiero, 2010)
Entre as possíveis causas para o aumento das ondas no Pacífico Norte estão a mudança nas rotas das tempestades, que têm se tornado mais intensas, e também a maior potência dos ventos na região.

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20100211

Atividade solar preocupa

A energia lançada ao espaço pelo Sol, por meio das erupções, podem causar alterações em redes elétricas, telecomunicações, satélites em órbita e até na atmosfera terrestre.


Há alguns anos, a idéia de que o Sol fosse uma estrela variável, não teria tanto favor dos astrônomos e climatologistas (principalmente destes), porque aparentemente ele era constante, como ainda o é para muitas pessoas. Mas essa constância era apenas uma limitação do olho humano.

A verdade é que modernos sistemas telescópicos e espaçonaves têm penetrado o brilho ofuscante do sol e descoberto um imprevisível redemoinho de turbulência, causando erupções solares com o poder de um bilhão de bombas atômicas e nuvens de gás magnetizado (CMEs) suficientes para engolir planetas que estejam em seu enorme camnpo de expansão. Por esses buracos na atmosfera do , a todo momento, saem milhões de rajadas de vento solar; e essas coisas podem acontecer em apenas um dia terrestre.

Durante séculos, os cientistas têm observado que a atividade solar diminui em um ritmo ou ciclo complexo de 11 anos, quando surgem e arrefecem as manchas solares, mas nem sempre é assim, pois o Sol parece ter uma mente própria. Como explica Lika Guhathakurta, da NASA (2010):
Não é sempre de 11 anos. O ciclo varia de 9 a 12 anos. Alguns ciclos são intensos, com muitas manchas e erupções solares, outros são leves, com pouca atividade solar. No século 17, durante um período chamado de ‘mínimo de Maunder’, o ciclo pareceu parar completamente por cerca de 70 anos e ninguém sabe por quê.
Para Guhathakurta, não é necessário ir tão longe no tempo para encontrar um exemplo da imprevisibilidade do ciclo solar. Agora mesmo o sol está saindo de um século na classe de “mínimo solar que quase ninguém tinha previsto”, com o que concorda outro especialista em manchas solares, David Hathaway, do Marshall Space Flight Center (Huntsville, Alabama, EUA): "A profundidade do mínimo solar em 2008-2009 realmente nos pegou de surpresa", o que demonstra o quanto a ciência tem de avançar para obter êxito na previsão da atividade solar.

A propósito, a Nasa lançou, nesta quinta 11, o satélite Solar Dynamics Observatory (SDO), o Observatório da Dinâmica Solar, para monitorar a atividade solar e seus efeitos no chamado "clima espacial". A sonda fará observações do interior do Sol, do seu campo magnético e da corona (atmosfera solar).

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Estatísticas mundiais

Estas estatísticas são aproximações baseadas em dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), CIA Factbooks e US Census Bureau, entre outras instituições que fazem levantamentos sobre os diversos itens mostrados. Devido à dinâmica das datas é possível que alguns dados se apresentem contraditórios e não se atinja a acurácia pretendida. Por isso é bom comparar os dados e as informações com outras fontes. O Relógio Mundial e a Calculadora são criações de Poodwaddle.

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